Velocidade é risco, custo e reputação — ao mesmo tempo
Excesso de velocidade eleva a chance de acidente, aumenta desgaste do veículo e ainda amplia infrações. Por isso, uma política de velocidade na frota precisa ser mais inteligente do que “um número único”. Além disso, regras bem desenhadas protegem a operação sem sacrificar produtividade.
O que torna uma política realmente aplicável
1) Limites por tipo de via e severidade
- rodovia pavimentada vs não pavimentada
- trecho urbano vs industrial
- serras, curvas, zonas de travessia
Assim, o limite conversa com o risco real.
2) Condições operacionais
- chuva, neblina, período noturno
- apontar carga sensível ou perigosa
- apontar veículo vazio vs carregado
No entanto, isso só funciona se a regra estiver clara e bem comunicada.
3) Regras + educação (não só punição)
A política precisa prever:
- alertas preventivos ao condutor
- feedback com exemplos reais (dados e contexto)
- plano para reincidência (orientação → treinamento → ação disciplinar, quando necessário)
Consequentemente, a cultura se sustenta com justiça e consistência.

Como medir se a política está funcionando
- infrações por 10.000 km (antes/depois)
- eventos de risco correlacionados (frenagem brusca, curva agressiva)
- consumo e manutenção (pneu e freio costumam “contar a verdade”)
- tempo de viagem (para evitar “meta impossível”)
Em resumo, política boa é a que melhora o todo, não só um indicador.
Velocidade é estratégia operacional, não só regra
Uma política de velocidade na frota bem desenhada reduz risco e custo, enquanto aumenta previsibilidade. Além disso, ela evita que a operação dependa de heróis e passa a depender de padrão.
A Creare contribui para esse cenário ao oferecer integração entre telemetria, regras operacionais e inteligência de dados, permitindo monitorar, orientar e evoluir a política com base em evidências. Assim, a gestão ganha consistência sem perder flexibilidade.
Por fim, a Creare se diferencia pela capacidade de personalização e visão integrada de eficiência, conformidade e segurança. Isso facilita criar regras por perfil de operação, sustentar indicadores e construir uma cultura de condução segura com resultados mensuráveis.
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